O assassinato do menino João Roberto e a morte de uma jovem na Barra da Tijuca parecem ter tido a mesma causa: balas da polícia.
A nossa situação de segurança pública é desesperadora. A tática de jogar para o confronto policiais despreparados apenas torna mais dramática a situação.
Numa semana em que as forças armadas colombianas libertaram Ingrid Bettancourt e mais 14 reféns sem disparar um tiro deveríamos parar para pensar. Pensar em investigação séria, em inteligência, em equipamentos modernos.
Este caminho terá de ser iniciado por alguém. Digo com sinceridade, tenho conhecimentos e coragem de iniciá-lo.
Infelizmente, o governador está apenas empurrando com a barriga, dançando na beira do abismo.
Vamos levar a sério da segurança do Rio? Sem isto, o futuro da cidade é sombrio e decadente.
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